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Histórico
1/02/2010 16:35
O site da Rolling Stone Brasil já havia reproduzido a notícia sobre a participação do Coldplay nos Simpsons, mas foi neste domingo, 31, que o episódio foi ao ar nos Estados Unidos, com o título de Million Dollar Maybe.
Segundo o Gigwise, Homer contrata a banda liderada por Chris Martin para uma apresentação particular após ter ganho na loteria. Porém, a performance da banda acaba sendo arruinada graças às inúmeras interrupções de Homer e Bart.
Veja abaixo as versões "amareladas" dos integrantes do Coldplay:




Como a maioria sabe, essa não é a primeira banda que marca presença no seriado. Confira galeria de outros artistas que participaram dos Simpsons.
Segundo o Gigwise, Homer contrata a banda liderada por Chris Martin para uma apresentação particular após ter ganho na loteria. Porém, a performance da banda acaba sendo arruinada graças às inúmeras interrupções de Homer e Bart.
Veja abaixo as versões "amareladas" dos integrantes do Coldplay:




Como a maioria sabe, essa não é a primeira banda que marca presença no seriado. Confira galeria de outros artistas que participaram dos Simpsons.
18/01/2010 08:09
Darth Vader encontra Daft Punk? Remix cheio de influências do hip hop para a clássica Marcha Imperial? Foi o que a Adidas mostrou com o teaser do lançamento da linha Adidas Originals Star Wars Collection - que é, por sinal, bastante aguardada pelos descolados e pelos fãs da saga (pois é, já foi o tempo em que os nerds eram ignorados no mundo "cool").
Nessa coleção, enquanto alguns dos tênis adquirem caráter futurista, com o predomínio do prateado e de imagens dos personagens da saga, outras peças assumem o preto "Darth Vader", com um mix do rosto do vilão com o símbolo da grife.



A marca não mediu esforços para relacionar o estilo "street" da Originals com a série Star Wars na hora de produzir o comercial. Cheio de efeitos, o vídeo, ao som de uma inusitada versão da Marcha Imperial, conta com dançarinos de break e com a presença de David Beckham, Snoop Dogg, Called 13 e DJ Neil, além da já citada dupla Daft Punk. Assista abaixo:
Nessa coleção, enquanto alguns dos tênis adquirem caráter futurista, com o predomínio do prateado e de imagens dos personagens da saga, outras peças assumem o preto "Darth Vader", com um mix do rosto do vilão com o símbolo da grife.



A marca não mediu esforços para relacionar o estilo "street" da Originals com a série Star Wars na hora de produzir o comercial. Cheio de efeitos, o vídeo, ao som de uma inusitada versão da Marcha Imperial, conta com dançarinos de break e com a presença de David Beckham, Snoop Dogg, Called 13 e DJ Neil, além da já citada dupla Daft Punk. Assista abaixo:
14/01/2010 15:55
O hits de Lady Gaga bombam nas rádios do mundo inteiro e ocupam os primeiros lugares das inúmeras paradas musicais. Seus clipes já foram reproduzidos por muitos fãs ao redor do globo, e suas canções ganharam no YouTube versões das mais variadas.
Desta vez, criaram um vídeo com base no mash-up, produzido no ano passado pelo DJ Lobsterdust, de "Poker Face" com (pasme) "Smells Like Teen Spirit", clássico grunge do Nirvana. Intitulado "NirGaga", o vídeo mostra a junção das músicas e dos videoclipes:
Para você que ainda não tinha conferido a versão NirGaga em 2009, sim, é a voz de Kurt Cobain encaixada no pop eletrônico e cheio de efeitos de Gaga. Se Krist Novoselic e Dave Grohl já não tinham curtido o fato do ex-vocal do Nirvana cantar outras faixas que não as da banda no Guitar Hero, o que achariam desse mashup? E da junção dos clipes?
Desta vez, criaram um vídeo com base no mash-up, produzido no ano passado pelo DJ Lobsterdust, de "Poker Face" com (pasme) "Smells Like Teen Spirit", clássico grunge do Nirvana. Intitulado "NirGaga", o vídeo mostra a junção das músicas e dos videoclipes:
Para você que ainda não tinha conferido a versão NirGaga em 2009, sim, é a voz de Kurt Cobain encaixada no pop eletrônico e cheio de efeitos de Gaga. Se Krist Novoselic e Dave Grohl já não tinham curtido o fato do ex-vocal do Nirvana cantar outras faixas que não as da banda no Guitar Hero, o que achariam desse mashup? E da junção dos clipes?
10/01/2010 11:14
Tudo o que sobe tem que descer. Essa é a epifania que Isaac Newton teve ao, reza a lenda, ser atingido em cheio no cocoruto por uma maçã. Algumas décadas se passaram e o homem quis subir mais. E tudo foi para os ares - literalmente, com o invento do avião.
Para fazer jus ao calo na cabeça de Newton, os vigilantes do espaço aéreo brasileiro sabem que o que está lá em cima vai precisa descer mais cedo ou mais tarde - e o buraco, às vezes, é mais embaixo. Caso, por exemplo, do quiproquó sobre a compra dos caças que renovarão a frota da Força Aérea Brasileira.
O governo pôs três concorrentes no páreo: o sueco Gripen NG, o F-18 estadunidense e o Rafale francês. Recentemente, a Aeronáutica colocou o Gripen no topo ranking. O modelo satisfaz critérios como transferência de tecnologia e é o mais em conta. Nem por isso o clima de "já ganhou" vai para a Suécia - o Rafale, afinal, sempre contou com a simpatia de Lula, que tem a palavra final no assunto. O impasse vem causando mal-estar nos bastidores do governo.
Por que é tão importante proteger o céu brasileiro? Nossa última grande guerra, contra o Paraguai, aconteceu nos anos 60... do século 19. Décadas antes, portanto, de o avião ser inventado. Não há motivos para torrar tanta grana em brinquedinhos bélicos se nosso país não está sob ameaça militar, ao menos a curto e médio prazo, esperneiam os opositores. Mas há quem pense diferente. Bem diferente.
Já no título, Segurança Nacional - O Filme entrega o tom alarmista. Na produção de Roberto Carminati, Milton Gonçalves interpreta o presidente do Brasil, Ângela Vieira é a diretora da Abin (uma espécie de CIA verde-amarela), Thiago Lacerda, um agente do órgão de inteligência, e o mexicano Joaquin Cosio vive um terrorista que planeja explodir um quartel general do Sistema de Vigilância da Amazônia, o SIVAM.
O mote: "O Brasil nunca negociou com terroristas, e não será esta a primeira vez". Baseado "em fatos reais e confidenciais", segundo site oficial, o filme põe a guerra aérea em primeiro plano. Não é uma guerra convencional, como aquelas travadas entre países. Traficantes, terroristas, espiões - um mexidão de interesses que dá caldo para uma produção com todo desejo de se tornar blockbuster de ação no Brasil, país pouco acostumado com o gênero.
Assista ao trailer de Segurança Nacional - O Filme:
Para fazer jus ao calo na cabeça de Newton, os vigilantes do espaço aéreo brasileiro sabem que o que está lá em cima vai precisa descer mais cedo ou mais tarde - e o buraco, às vezes, é mais embaixo. Caso, por exemplo, do quiproquó sobre a compra dos caças que renovarão a frota da Força Aérea Brasileira.
O governo pôs três concorrentes no páreo: o sueco Gripen NG, o F-18 estadunidense e o Rafale francês. Recentemente, a Aeronáutica colocou o Gripen no topo ranking. O modelo satisfaz critérios como transferência de tecnologia e é o mais em conta. Nem por isso o clima de "já ganhou" vai para a Suécia - o Rafale, afinal, sempre contou com a simpatia de Lula, que tem a palavra final no assunto. O impasse vem causando mal-estar nos bastidores do governo.
Por que é tão importante proteger o céu brasileiro? Nossa última grande guerra, contra o Paraguai, aconteceu nos anos 60... do século 19. Décadas antes, portanto, de o avião ser inventado. Não há motivos para torrar tanta grana em brinquedinhos bélicos se nosso país não está sob ameaça militar, ao menos a curto e médio prazo, esperneiam os opositores. Mas há quem pense diferente. Bem diferente.
Já no título, Segurança Nacional - O Filme entrega o tom alarmista. Na produção de Roberto Carminati, Milton Gonçalves interpreta o presidente do Brasil, Ângela Vieira é a diretora da Abin (uma espécie de CIA verde-amarela), Thiago Lacerda, um agente do órgão de inteligência, e o mexicano Joaquin Cosio vive um terrorista que planeja explodir um quartel general do Sistema de Vigilância da Amazônia, o SIVAM.
O mote: "O Brasil nunca negociou com terroristas, e não será esta a primeira vez". Baseado "em fatos reais e confidenciais", segundo site oficial, o filme põe a guerra aérea em primeiro plano. Não é uma guerra convencional, como aquelas travadas entre países. Traficantes, terroristas, espiões - um mexidão de interesses que dá caldo para uma produção com todo desejo de se tornar blockbuster de ação no Brasil, país pouco acostumado com o gênero.
Assista ao trailer de Segurança Nacional - O Filme:
22/12/2009 12:41

Lady Gaga passa longe de peças de roupas básicas - seu visual é sempre marcado por trajes mais que inusitados, seguindo a filosofia de moda "qual é a graça de uma regatinha branca?". Nessa, Gaga fincou seus pés no mundo pop, tornando-se conhecida mundialmente não só pelas músicas que canta, como também por seu figurino. Agora, a cantora também serve de inspiração para a vestimenta de bonecas Barbie.
O site adolescente Feminice divulgou o Flickr do internauta que se identifica como VeiK, que criou uma série de bonecas Barbie que vestidas à imagem e semelhança de Lady Gaga, com base nos mais variados looks usados pela cantora. Uma nota triste aos fãs: as bonecas não estão à venda.
Confira as 'Gagas" de plástico no Flickr de VeiK11.
13/12/2009 18:43
Um dos maiores clássicos do rock ganhou uma versão peculiar de alguns dos mais famosos personagens infanto-juvenis da televisão mundial. "Bohemian Rhapsody", do Queen, foi parodiada por ninguém menos que os fantoches da série The Muppets. O resultado, claro, ficou engraçadíssimo, mas, até aí, a notícia não é nova.
A informação inédita é a de que o clipe fez tanto sucesso que a Walt Disney Records lançará oficialmente a versão digital da homenagem, como single. O vídeo foi divulgado na web um dia antes do aniversário de 18 anos da morte de Freddie Mercury, o vocal da banda inglesa, celebrado no dia 24 de novembro.
De acordo com o semanário NME, os Muppets cantando "Bohemian Rhapsody" virou hit no YouTube, contabilizando mais de nove milhões de acessos. Um dos representantes da casa de apostas inglesa Paddy Power disse, em entrevista ao site, que a expectativa é de que a faixa alcance bons resultados nas paradas de singles de Natal, que será anunciada em 20 de dezembro.
Gonzo e sua trupe (com exceção de Miss Piggy, claro), podem não ter o sex appeal de figuras como Britney Spears ou Beyoncé, mas muito provavelmente provocariam boas risadas em Mercury se o rock star estivesse vivo, cantando por aí.
A informação inédita é a de que o clipe fez tanto sucesso que a Walt Disney Records lançará oficialmente a versão digital da homenagem, como single. O vídeo foi divulgado na web um dia antes do aniversário de 18 anos da morte de Freddie Mercury, o vocal da banda inglesa, celebrado no dia 24 de novembro.
De acordo com o semanário NME, os Muppets cantando "Bohemian Rhapsody" virou hit no YouTube, contabilizando mais de nove milhões de acessos. Um dos representantes da casa de apostas inglesa Paddy Power disse, em entrevista ao site, que a expectativa é de que a faixa alcance bons resultados nas paradas de singles de Natal, que será anunciada em 20 de dezembro.
Gonzo e sua trupe (com exceção de Miss Piggy, claro), podem não ter o sex appeal de figuras como Britney Spears ou Beyoncé, mas muito provavelmente provocariam boas risadas em Mercury se o rock star estivesse vivo, cantando por aí.
31/10/2009 10:48
Antes, fama para valer era tocar no Ed Sullivan e ter estrela na calçada na fama. A história é outra para o século 21: se não der um jeito de aparecer num programa de personagens cabeçudos e tão politicamente corretos como aparecer de casaco de pele em festinha de vegetarianos, você já era.
Lady Gaga chegou lá. Doze meses e 47 perucas depois, ela fez jus ao título escolhido para o álbum de estreia, The Fame, e entrou na reta de Cartman, Stan, Kenny e Kyle. A cantora que reciclou o guarda-roupa de Cher para os anos 00 se junta a Britney Spears, Lula e tantos outros no rol de ilustres zoados pelo quarteto encapetado de South Park.
Em episódio exibido nos Estados Unidos na semana passada, o gorducho Cartman deu sua versão para "Poker Face". O hit de Gaga apareceu duas vezes: primeiro, enquanto o personagem jogava Rock Band; mais adiante, em sequência que tem como palavras-chave "baleia", "caça" e "Japão" (e não espere nada manso de um episódio chamado "Whale Whores", algo como "baleias vadias").
No site oficial, dá para ver o episódio na íntegra (em inglês). O número de Eric "Gaga" Cartman você confere aqui embaixo:
Lady Gaga chegou lá. Doze meses e 47 perucas depois, ela fez jus ao título escolhido para o álbum de estreia, The Fame, e entrou na reta de Cartman, Stan, Kenny e Kyle. A cantora que reciclou o guarda-roupa de Cher para os anos 00 se junta a Britney Spears, Lula e tantos outros no rol de ilustres zoados pelo quarteto encapetado de South Park.
Em episódio exibido nos Estados Unidos na semana passada, o gorducho Cartman deu sua versão para "Poker Face". O hit de Gaga apareceu duas vezes: primeiro, enquanto o personagem jogava Rock Band; mais adiante, em sequência que tem como palavras-chave "baleia", "caça" e "Japão" (e não espere nada manso de um episódio chamado "Whale Whores", algo como "baleias vadias").
No site oficial, dá para ver o episódio na íntegra (em inglês). O número de Eric "Gaga" Cartman você confere aqui embaixo:
10/10/2009 12:00
O pedaço de pano que você veste pode te denunciar com aquela precisão que só mesmo mãe consegue, especialmente na hora de entregar os detalhes mais sórdidos para a nova namorada do filho. Dá para sacar de cara que a semana foi boa se sua mania, por exemplo, era (e, em alguns casos, continua sendo) flanelas e este estranho bichinho, arte de Daniel Johnston estampada por Kurt Cobain na clássica camiseta (para a geração 00: de popularidade equivalente a uma retwittada em massa).
A semente do grunge brotou em Seattle, mas espalhou raízes mundo afora. Nos últimos dias, voltou a dar frutos. Contexto: no início da semana, o Pearl Jam deveria apresentar em Los Angeles a turnê do novo disco, Backspacer. Deveria. Isso porque a noite foi muito mais do que isso: uma espécie de Natal antecipado para os seguidores do movimento, bem menos encorpado hoje do que em seu auge, na primeira metade dos anos 90.
Eddie Vedder, frontman do PJ, e Chris Cornell, à frente do foi-eterno-enquanto-durou Soundgarden, se reuniram para reviver o Temple of the Dog, projeto que montaram, com integrantes das duas bandas, para homenagear Andrew Wood, líder da Mother Love Bone, um dos nomes embrionários do grunge.
Uma overdose de heroína ceifou a vida de Wood, no mesmo 1990. Quatro anos depois, com a morte de Cobain (que, por sinal, adorava pegar no pé dos "vendidos" do Pearl Jam), a era de ouro do grunge também bateria as botas, preferencialmente enlameadas e com aspecto mais "nunca lavei" possível.
Até que, no último dia 6 de outubro, a alquimia aconteceu: Vedder e Cornell se reuniram com Stone Gossard, Jeff Ament, Mike McCready e Matt Cameron (ex-SG e atual PJ) para tocar "Hunger Strike", maior sucesso do Temple of the Dog, que ladrou e mordeu até ser posto de lado, em 1992, com um disco lançado pela A&M Records no ano anterior.
Nos bastidores, outro golpe baixo para fãs do grunge com histórico de taquicardia. Segundo a Rolling Stone EUA, Cornell e Cameron foram vistos às voltas com Kim Thayil e Ben Shephard, os outros membros do pródigo Soundgarden. Momento Kodak que, por sinal, não acontecia há 12 anos. Lembra daquele papo sobre uma possível reunião do conjunto? Se a esperança é a última que morre, dá até para dizer que ela saiu do coma naquela mesma noite.
Empenhando-se em criar História (algo entre "verbete no Wikipedia" e "legado cultural da humanidade"), Vedder convocou, para o mesmo concerto, Jerry Cantrell, guitarrista do Alice in Chains, outro oráculo do grunge.
Tudo isso na mesma semana em que veio à tona prévia do Nirvana tocando "School" no DVD Live at Reading...
Vai ter muita camisa de flanela tirando férias do fundo do baú.
A semente do grunge brotou em Seattle, mas espalhou raízes mundo afora. Nos últimos dias, voltou a dar frutos. Contexto: no início da semana, o Pearl Jam deveria apresentar em Los Angeles a turnê do novo disco, Backspacer. Deveria. Isso porque a noite foi muito mais do que isso: uma espécie de Natal antecipado para os seguidores do movimento, bem menos encorpado hoje do que em seu auge, na primeira metade dos anos 90.
Eddie Vedder, frontman do PJ, e Chris Cornell, à frente do foi-eterno-enquanto-durou Soundgarden, se reuniram para reviver o Temple of the Dog, projeto que montaram, com integrantes das duas bandas, para homenagear Andrew Wood, líder da Mother Love Bone, um dos nomes embrionários do grunge.
Uma overdose de heroína ceifou a vida de Wood, no mesmo 1990. Quatro anos depois, com a morte de Cobain (que, por sinal, adorava pegar no pé dos "vendidos" do Pearl Jam), a era de ouro do grunge também bateria as botas, preferencialmente enlameadas e com aspecto mais "nunca lavei" possível.
Até que, no último dia 6 de outubro, a alquimia aconteceu: Vedder e Cornell se reuniram com Stone Gossard, Jeff Ament, Mike McCready e Matt Cameron (ex-SG e atual PJ) para tocar "Hunger Strike", maior sucesso do Temple of the Dog, que ladrou e mordeu até ser posto de lado, em 1992, com um disco lançado pela A&M Records no ano anterior.
Nos bastidores, outro golpe baixo para fãs do grunge com histórico de taquicardia. Segundo a Rolling Stone EUA, Cornell e Cameron foram vistos às voltas com Kim Thayil e Ben Shephard, os outros membros do pródigo Soundgarden. Momento Kodak que, por sinal, não acontecia há 12 anos. Lembra daquele papo sobre uma possível reunião do conjunto? Se a esperança é a última que morre, dá até para dizer que ela saiu do coma naquela mesma noite.
Empenhando-se em criar História (algo entre "verbete no Wikipedia" e "legado cultural da humanidade"), Vedder convocou, para o mesmo concerto, Jerry Cantrell, guitarrista do Alice in Chains, outro oráculo do grunge.
Tudo isso na mesma semana em que veio à tona prévia do Nirvana tocando "School" no DVD Live at Reading...
Vai ter muita camisa de flanela tirando férias do fundo do baú.
5/10/2009 21:58
Puxões de cabelo, tapas e empurrões resumem a primeira apresentação conjunta de Madonna e Lady Gaga no último sábado, 3. A "briga", no entanto, não passou de uma brincadeirinha da equipe do programa humorístico Saturday Night Live, da rede NBC, e acabou até com uma tentativa de beijo entre as duas. Assista:
Com roupas parecidas, as cantoras simularam uma performance em um programa de televisão, capitaneado por um apresentador vivido pelo humorista Kenan Thompson. De cara, os passos de dança feitos pela dupla arrancaram risadas da plateia por serem mal feitos e forçados. Pouco depois dos primeiros "versos" cantados, Madonna resolve puxar as madeixas de Gaga, que responde com um empurrão.
Para a paz dos fãs, tudo havia sido minimamente planejado no roteiro. Após mais alguns apertões, as artistas, ainda agarradas uma no pescoço da outra, tomam bronca de Thompson, que acaba separando as duas, cansadas por causa da "luta".
Cotada como a nova herdeira da "garota materialista", Gaga chega a dizer que é "completamente mais gostosa" que a concorrente. Como resposta, Madonna dá um tapa da cabeça da estrela do hit "Poker Face", se levanta e dá o troco, dizendo ser mais alta. "Que tipo de nome é esse, 'Lady Gaga'? Parece comida de bebê", dispara a popstar.
O apresentador, então, propõe que as duas se beijem para fazer as pazes e quanto estavam quase lá, Thompson tenta entrar no meio e leva uma bitoca de cada lado. Se não bastasse, as musas ainda se jogam em cima dele e continuam a beijá-lo.
O episódio remete a outra aparição de Madonna ao lado de aspirantes ao trono de "rainha do pop": a cena do beijo em Britney Spears e Christina Aguilera durante apresentação ao vivo de "Like a Virgin", na premiação Video Music Awards, da MTV, em 2003.
Com roupas parecidas, as cantoras simularam uma performance em um programa de televisão, capitaneado por um apresentador vivido pelo humorista Kenan Thompson. De cara, os passos de dança feitos pela dupla arrancaram risadas da plateia por serem mal feitos e forçados. Pouco depois dos primeiros "versos" cantados, Madonna resolve puxar as madeixas de Gaga, que responde com um empurrão.
Para a paz dos fãs, tudo havia sido minimamente planejado no roteiro. Após mais alguns apertões, as artistas, ainda agarradas uma no pescoço da outra, tomam bronca de Thompson, que acaba separando as duas, cansadas por causa da "luta".
Cotada como a nova herdeira da "garota materialista", Gaga chega a dizer que é "completamente mais gostosa" que a concorrente. Como resposta, Madonna dá um tapa da cabeça da estrela do hit "Poker Face", se levanta e dá o troco, dizendo ser mais alta. "Que tipo de nome é esse, 'Lady Gaga'? Parece comida de bebê", dispara a popstar.
O apresentador, então, propõe que as duas se beijem para fazer as pazes e quanto estavam quase lá, Thompson tenta entrar no meio e leva uma bitoca de cada lado. Se não bastasse, as musas ainda se jogam em cima dele e continuam a beijá-lo.
O episódio remete a outra aparição de Madonna ao lado de aspirantes ao trono de "rainha do pop": a cena do beijo em Britney Spears e Christina Aguilera durante apresentação ao vivo de "Like a Virgin", na premiação Video Music Awards, da MTV, em 2003.
28/09/2009 16:10
Antes de se juntar a Rodrigo Amarante e Fabrizio Moretti para formar a banda Little Joy, a cantora norte-americana Binki Shapiro já agradava aos ouvidos do cineasta Spike Jonze. Responsável por videoclipes de nomes como Björk, Fatboy Slim e Beastie Boys, entre outros, o diretor escalou Shapiro e outros artistas para um disco dedicado a crianças."Alguns anos atrás, eu estava montando um disco infantil para meu filho e pedi a alguns amigos que gravassem músicas", explicou Jonze em seu blog. No entanto, o álbum acabou comprometido pela agenda do cineasta e ficou "pela metade".
Generoso, Jonze encontrou uma das faixas deixadas prontas para o disco e achou "que seria legal reparti-la com o mundo". E aí que entram Shapiro, Jason Boesel (baterista da banda Rilo Kiley), alguns integrantes da Mystic Valley Band e James Valentine (guitarrista do Maroon 5). O grupo assina "Green Bean", uma canção baseada no livro Did I Ever Tell You How Lucky You Are?, do gênio da literatura infantil norte-americana Dr. Seuss (também autor de The Cat in the Hat que foi transformado em filme, em 2003 - aqui, batizado de O Gato). Clique aqui para ouvi-la.
Jonze e Karen O
Neste ano, o diretor chamou Karen O, do Yeah Yeah Yeahs, para compor a trilha sonora de seu novo longa Where the Wild Things Are. A lista de músicas carrega também criações de Arcade Fire e outros nomes da cena indie convocados pela cantora, como Dean Fertita (Queens of the Stone Age, Dead Weather, Raconteurs), Jack Lawrence (Dead Weather, Raconteurs), Bradford Cox (Deerhunter), Aaron Hemphill (Liars) e Greg Kurstin (The Bird and the Bee), entre outros.