Rolling Stone Brasil - BlogTudo o que importa - Música, cultura e entretenimento2010-03-19T09:59:52-03:00http://www.rollingstone.com.br/blog/Copyright Rolling Stone BrasilRolling Stone Brasildica@rollingstone.com.brhttp://www.rollingstone.com.br/blog/Adidas gosta de Beckham e Snoop Dogghttp://www.rollingstone.com.br/blog/2010/03/57/2010-03-18T16:50:16-03:002010-03-19T09:59:52-03:00campanha da coleção do Star Wars, junto a outros artistas, como a dupla Daft Punk, Called 13 e o DJ Neil Armstrong.
Agora, dois meses depois, Beckham e Dogg voltam na propaganda da nova campanha da grife, Celebrating Originality On the Streets, acompanhados de outros artistas.
Algumas imagens da versão Star Wars se repetem no novo comercial, mas os vídeos são bastante diferentes. Enquanto o primeiro tem uma vibe mais "dark", o segundo é extremamente alegre e colorido.
Desta vez, a ideia é os famosos mostrarem a originalidade do seu estilo. No vídeo, artistas, atletas, skatistas e pessoas comuns se juntam em um grande bloco de rua e fazem uma festa na cobertura de um prédio.
Logo no começo, a top Agyness Deyn aparece dançando, com os fios de cabelo na cor preta e corte chanel. Noel Gallagher também dá as caras, ao lado do músico Ian Brown, cantando e tocando violão. A cantora Ciara, com os cabelos alisados, aparece dançando durante a festa.
N-Dubz e Adrienne Bailon também estão presentes no vídeo. Assista abaixo:
]]>fernandaMike Patton versão italianahttp://www.rollingstone.com.br/blog/2010/03/56/2010-03-17T18:38:00-03:002010-03-17T18:44:09-03:00Mondo Cane será lançado no dia 4 de maio, pela Ipecac Recordings.
O disco conta com 11 faixas gravadas ao vivo - registros feitos em vários shows realizados pela Europa. Entre as canções, está "Deep Deep Down", do compositor Ennio Morricone (responsável por inúmeros temas clássicos dos cinemas, entre eles as trilhas de Os Intocáveis e Cinema Paradiso). Ouça abaixo:
Mike Patton conta com uma orquestra com 30 músicos e um coral para interpretar as canções. Mais informações sobre o projeto podem sem encontradas na página do Mondo Cane, no Facebook.
Veja abaixo a tracklist do álbum:
1 - "Il Cielo In Una Stanza"
2 - "Che Notte!"
3 - "Ore D'Amore"
4 - "Deep Deep Down"
5 - "Quello Che Conta"
6 - "Urlo Negro"
7 - "Scalinatella"
8 - "L'Uomo Che Non Sapeva Amare"
9 - "20 KM Al Giorno"
10 - "Ti Offro Da Bere"
11 - "Senza Fine"
]]>patriciaGuns N' Roses no Brasil: vídeo mostra queda do palco no Rio de Janeirohttp://www.rollingstone.com.br/blog/2010/03/55/2010-03-16T17:03:27-03:002010-03-16T17:15:53-03:00Chinese Democracy World Tour, postou, em seu canal do YouTube, o momento em que parte do palco montado na Praça da Apoteose , no Rio de Janeiro, desabou durante a chuva que ocorreu no último domingo, 14. Esse foi o motivo que levou o show a ser cancelado e remarcado para o mês de abril .
"Com o vento, pedaços do palco começaram a cair frente aos nossos olhos! Nunca vi nada assim!", descreveu o baterista, em seu site. "Ainda bem que o público não foi autorizado a entrar, caso contrário as coisas teriam sido trágicas." Assista ao vídeo abaixo:
Na segunda, 15, em comunicado, a Time For Fun, produtora responsável pela vinda do Guns N' Roses ao Brasil, afirmou que, por mais que os esforços na manutenção do palco tenham sido grandes, não haveria tempo suficiente para a realização da apresentação na Praça da Apoteose ainda na segunda, acarretando à remarcação do show para o início do próximo mês. A nova data deverá ser divulgada nos próximos dias.
Guns em São Paulo
A apresentação da banda na capital paulista, realizada no sábado, 13, reuniu 38 mil pessoas no Palestra Itália, com direito a execução dos hits do grupo e de faixas do mais recente álbum Chinese Democracy, lançado em 2008.
Logo no começo da apresentação, um fã arremessou bebida no palco, acertando Axl Rose que, furioso, interrompeu o show. "Se quiserem, paramos e vamos embora", disse o vocalista. "Não preciso de babacas como tivemos na outra noite naquela boate", continuou, referindo-se à pancadaria na Disco. Veja a seguir:
]]>patriciaChris Martin "Yellow"http://www.rollingstone.com.br/blog/2010/02/53/2010-02-01T16:35:00-02:002010-02-01T16:35:12-02:00Rolling Stone Brasil já havia reproduzido a notícia sobre a participação do Coldplay nos Simpsons, mas foi neste domingo, 31, que o episódio foi ao ar nos Estados Unidos, com o título de Million Dollar Maybe.
Segundo o Gigwise, Homer contrata a banda liderada por Chris Martin para uma apresentação particular após ter ganho na loteria. Porém, a performance da banda acaba sendo arruinada graças às inúmeras interrupções de Homer e Bart.
Veja abaixo as versões "amareladas" dos integrantes do Coldplay:
Como a maioria sabe, essa não é a primeira banda que marca presença no seriado. Confira galeria de outros artistas que participaram dos Simpsons.
]]>patriciaDarth Vader publicitáriohttp://www.rollingstone.com.br/blog/2010/01/51/2010-01-18T08:09:00-02:002010-01-18T08:12:41-02:00
Nessa coleção, enquanto alguns dos tênis adquirem caráter futurista, com o predomínio do prateado e de imagens dos personagens da saga, outras peças assumem o preto "Darth Vader", com um mix do rosto do vilão com o símbolo da grife.
A marca não mediu esforços para relacionar o estilo "street" da Originals com a série Star Wars na hora de produzir o comercial. Cheio de efeitos, o vídeo, ao som de uma inusitada versão da Marcha Imperial, conta com dançarinos de break e com a presença de David Beckham, Snoop Dogg, Called 13 e DJ Neil, além da já citada dupla Daft Punk. Assista abaixo:
]]>patriciaNirGaga em vídeohttp://www.rollingstone.com.br/blog/2010/01/50/2010-01-14T15:55:01-02:002010-01-14T16:03:36-02:00
Desta vez, criaram um vídeo com base no mash-up, produzido no ano passado pelo DJ Lobsterdust, de "Poker Face" com (pasme) "Smells Like Teen Spirit", clássico grunge do Nirvana. Intitulado "NirGaga", o vídeo mostra a junção das músicas e dos videoclipes:
Para você que ainda não tinha conferido a versão NirGaga em 2009, sim, é a voz de Kurt Cobain encaixada no pop eletrônico e cheio de efeitos de Gaga. Se Krist Novoselic e Dave Grohl já não tinham curtido o fato do ex-vocal do Nirvana cantar outras faixas que não as da banda no Guitar Hero, o que achariam desse mashup? E da junção dos clipes?
]]>patricia Segurança Nacional - O Filme http://www.rollingstone.com.br/blog/2010/01/49/2010-01-10T11:14:00-02:002010-01-09T10:48:10-02:00
Para fazer jus ao calo na cabeça de Newton, os vigilantes do espaço aéreo brasileiro sabem que o que está lá em cima vai precisa descer mais cedo ou mais tarde - e o buraco, às vezes, é mais embaixo. Caso, por exemplo, do quiproquó sobre a compra dos caças que renovarão a frota da Força Aérea Brasileira.
O governo pôs três concorrentes no páreo: o sueco Gripen NG, o F-18 estadunidense e o Rafale francês. Recentemente, a Aeronáutica colocou o Gripen no topo ranking. O modelo satisfaz critérios como transferência de tecnologia e é o mais em conta. Nem por isso o clima de "já ganhou" vai para a Suécia - o Rafale, afinal, sempre contou com a simpatia de Lula, que tem a palavra final no assunto. O impasse vem causando mal-estar nos bastidores do governo.
Por que é tão importante proteger o céu brasileiro? Nossa última grande guerra, contra o Paraguai, aconteceu nos anos 60... do século 19. Décadas antes, portanto, de o avião ser inventado. Não há motivos para torrar tanta grana em brinquedinhos bélicos se nosso país não está sob ameaça militar, ao menos a curto e médio prazo, esperneiam os opositores. Mas há quem pense diferente. Bem diferente.
Já no título, Segurança Nacional - O Filme entrega o tom alarmista. Na produção de Roberto Carminati, Milton Gonçalves interpreta o presidente do Brasil, Ângela Vieira é a diretora da Abin (uma espécie de CIA verde-amarela), Thiago Lacerda, um agente do órgão de inteligência, e o mexicano Joaquin Cosio vive um terrorista que planeja explodir um quartel general do Sistema de Vigilância da Amazônia, o SIVAM.
O mote: "O Brasil nunca negociou com terroristas, e não será esta a primeira vez". Baseado "em fatos reais e confidenciais", segundo site oficial, o filme põe a guerra aérea em primeiro plano. Não é uma guerra convencional, como aquelas travadas entre países. Traficantes, terroristas, espiões - um mexidão de interesses que dá caldo para uma produção com todo desejo de se tornar blockbuster de ação no Brasil, país pouco acostumado com o gênero.
Assista ao trailer de Segurança Nacional - O Filme:
]]>annaLady Gaga é inspiração para bonecashttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/12/48/2009-12-22T12:41:00-02:002009-12-22T12:58:42-02:00
Lady Gaga passa longe de peças de roupas básicas - seu visual é sempre marcado por trajes mais que inusitados, seguindo a filosofia de moda "qual é a graça de uma regatinha branca?". Nessa, Gaga fincou seus pés no mundo pop, tornando-se conhecida mundialmente não só pelas músicas que canta, como também por seu figurino. Agora, a cantora também serve de inspiração para a vestimenta de bonecas Barbie.
O site adolescente Feminice divulgou o Flickr do internauta que se identifica como VeiK, que criou uma série de bonecas Barbie que vestidas à imagem e semelhança de Lady Gaga, com base nos mais variados looks usados pela cantora. Uma nota triste aos fãs: as bonecas não estão à venda.
Confira as 'Gagas" de plástico no Flickr de VeiK11.
]]>patriciaVersão dos Muppets para "Bohemian Rhapsody" será lançada em singlehttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/12/47/2009-12-13T18:43:00-02:002009-12-13T18:47:47-02:00The Muppets. O resultado, claro, ficou engraçadíssimo, mas, até aí, a notícia não é nova.
A informação inédita é a de que o clipe fez tanto sucesso que a Walt Disney Records lançará oficialmente a versão digital da homenagem, como single. O vídeo foi divulgado na web um dia antes do aniversário de 18 anos da morte de Freddie Mercury, o vocal da banda inglesa, celebrado no dia 24 de novembro.
De acordo com o semanário NME, os Muppets cantando "Bohemian Rhapsody" virou hit no YouTube, contabilizando mais de nove milhões de acessos. Um dos representantes da casa de apostas inglesa Paddy Power disse, em entrevista ao site, que a expectativa é de que a faixa alcance bons resultados nas paradas de singles de Natal, que será anunciada em 20 de dezembro.
Gonzo e sua trupe (com exceção de Miss Piggy, claro), podem não ter o sex appeal de figuras como Britney Spears ou Beyoncé, mas muito provavelmente provocariam boas risadas em Mercury se o rock star estivesse vivo, cantando por aí.
]]>patricia"Poker Face" por South Park http://www.rollingstone.com.br/blog/2009/10/46/2009-10-31T10:48:00-02:002009-10-31T10:56:10-02:00
Lady Gaga chegou lá. Doze meses e 47 perucas depois, ela fez jus ao título escolhido para o álbum de estreia, The Fame, e entrou na reta de Cartman, Stan, Kenny e Kyle. A cantora que reciclou o guarda-roupa de Cher para os anos 00 se junta a Britney Spears, Lula e tantos outros no rol de ilustres zoados pelo quarteto encapetado de South Park.
Em episódio exibido nos Estados Unidos na semana passada, o gorducho Cartman deu sua versão para "Poker Face". O hit de Gaga apareceu duas vezes: primeiro, enquanto o personagem jogava Rock Band; mais adiante, em sequência que tem como palavras-chave "baleia", "caça" e "Japão" (e não espere nada manso de um episódio chamado "Whale Whores", algo como "baleias vadias").
No site oficial, dá para ver o episódio na íntegra (em inglês). O número de Eric "Gaga" Cartman você confere aqui embaixo:
]]>annaO ataque das flanelashttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/10/45/2009-10-10T12:00:00-03:002009-10-10T14:10:35-03:00este estranho bichinho, arte de Daniel Johnston estampada por Kurt Cobain na clássica camiseta (para a geração 00: de popularidade equivalente a uma retwittada em massa).
A semente do grunge brotou em Seattle, mas espalhou raízes mundo afora. Nos últimos dias, voltou a dar frutos. Contexto: no início da semana, o Pearl Jam deveria apresentar em Los Angeles a turnê do novo disco, Backspacer. Deveria. Isso porque a noite foi muito mais do que isso: uma espécie de Natal antecipado para os seguidores do movimento, bem menos encorpado hoje do que em seu auge, na primeira metade dos anos 90.
Eddie Vedder, frontman do PJ, e Chris Cornell, à frente do foi-eterno-enquanto-durou Soundgarden, se reuniram para reviver o Temple of the Dog, projeto que montaram, com integrantes das duas bandas, para homenagear Andrew Wood, líder da Mother Love Bone, um dos nomes embrionários do grunge.
Uma overdose de heroína ceifou a vida de Wood, no mesmo 1990. Quatro anos depois, com a morte de Cobain (que, por sinal, adorava pegar no pé dos "vendidos" do Pearl Jam), a era de ouro do grunge também bateria as botas, preferencialmente enlameadas e com aspecto mais "nunca lavei" possível.
Até que, no último dia 6 de outubro, a alquimia aconteceu: Vedder e Cornell se reuniram com Stone Gossard, Jeff Ament, Mike McCready e Matt Cameron (ex-SG e atual PJ) para tocar "Hunger Strike", maior sucesso do Temple of the Dog, que ladrou e mordeu até ser posto de lado, em 1992, com um disco lançado pela A&M Records no ano anterior.
Nos bastidores, outro golpe baixo para fãs do grunge com histórico de taquicardia. Segundo a Rolling Stone EUA, Cornell e Cameron foram vistos às voltas com Kim Thayil e Ben Shephard, os outros membros do pródigo Soundgarden. Momento Kodak que, por sinal, não acontecia há 12 anos. Lembra daquele papo sobre uma possível reunião do conjunto? Se a esperança é a última que morre, dá até para dizer que ela saiu do coma naquela mesma noite.
Empenhando-se em criar História (algo entre "verbete no Wikipedia" e "legado cultural da humanidade"), Vedder convocou, para o mesmo concerto, Jerry Cantrell, guitarrista do Alice in Chains, outro oráculo do grunge.
Tudo isso na mesma semana em que veio à tona prévia do Nirvana tocando "School" no DVD Live at Reading...
Vai ter muita camisa de flanela tirando férias do fundo do baú.
]]>annaMadonna versus Lady Gagahttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/10/44/2009-10-05T21:58:00-03:002009-10-05T21:58:12-03:00Saturday Night Live, da rede NBC, e acabou até com uma tentativa de beijo entre as duas. Assista:
Com roupas parecidas, as cantoras simularam uma performance em um programa de televisão, capitaneado por um apresentador vivido pelo humorista Kenan Thompson. De cara, os passos de dança feitos pela dupla arrancaram risadas da plateia por serem mal feitos e forçados. Pouco depois dos primeiros "versos" cantados, Madonna resolve puxar as madeixas de Gaga, que responde com um empurrão.
Para a paz dos fãs, tudo havia sido minimamente planejado no roteiro. Após mais alguns apertões, as artistas, ainda agarradas uma no pescoço da outra, tomam bronca de Thompson, que acaba separando as duas, cansadas por causa da "luta".
Cotada como a nova herdeira da "garota materialista", Gaga chega a dizer que é "completamente mais gostosa" que a concorrente. Como resposta, Madonna dá um tapa da cabeça da estrela do hit "Poker Face", se levanta e dá o troco, dizendo ser mais alta. "Que tipo de nome é esse, 'Lady Gaga'? Parece comida de bebê", dispara a popstar.
O apresentador, então, propõe que as duas se beijem para fazer as pazes e quanto estavam quase lá, Thompson tenta entrar no meio e leva uma bitoca de cada lado. Se não bastasse, as musas ainda se jogam em cima dele e continuam a beijá-lo.
O episódio remete a outra aparição de Madonna ao lado de aspirantes ao trono de "rainha do pop": a cena do beijo em Britney Spears e Christina Aguilera durante apresentação ao vivo de "Like a Virgin", na premiação Video Music Awards, da MTV, em 2003.
]]>adrianaSpike Jonze para criançashttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/09/43/2009-09-28T16:10:28-03:002009-10-05T17:01:30-03:00 Antes de se juntar a Rodrigo Amarante e Fabrizio Moretti para formar a banda Little Joy, a cantora norte-americana Binki Shapiro já agradava aos ouvidos do cineasta Spike Jonze. Responsável por videoclipes de nomes como Björk, Fatboy Slim e Beastie Boys, entre outros, o diretor escalou Shapiro e outros artistas para um disco dedicado a crianças.
"Alguns anos atrás, eu estava montando um disco infantil para meu filho e pedi a alguns amigos que gravassem músicas", explicou Jonze em seu blog. No entanto, o álbum acabou comprometido pela agenda do cineasta e ficou "pela metade".
Generoso, Jonze encontrou uma das faixas deixadas prontas para o disco e achou "que seria legal reparti-la com o mundo". E aí que entram Shapiro, Jason Boesel (baterista da banda Rilo Kiley), alguns integrantes da Mystic Valley Band e James Valentine (guitarrista do Maroon 5). O grupo assina "Green Bean", uma canção baseada no livro Did I Ever Tell You How Lucky You Are?, do gênio da literatura infantil norte-americana Dr. Seuss (também autor de The Cat in the Hat que foi transformado em filme, em 2003 - aqui, batizado de O Gato). Clique aqui para ouvi-la.
Jonze e Karen O
Neste ano, o diretor chamou Karen O, do Yeah Yeah Yeahs, para compor a trilha sonora de seu novo longaWhere the Wild Things Are. A lista de músicas carrega também criações de Arcade Fire e outros nomes da cena indie convocados pela cantora, como Dean Fertita (Queens of the Stone Age, Dead Weather, Raconteurs), Jack Lawrence (Dead Weather, Raconteurs), Bradford Cox (Deerhunter), Aaron Hemphill (Liars) e Greg Kurstin (The Bird and the Bee), entre outros.
]]>adrianaEle liga para você, Michaelhttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/09/42/2009-09-25T18:08:00-03:002009-09-26T21:19:37-03:00 Terreno de 15 mil m², extensa área verde, clima ameno, múltiplos pavimentos, vários brinquedos. Ninguém mencionou o Rancho Neverland, mas o nome de Michael Jackson está na jogada. Perdido? Agnaldo Timóteo explica.
O músico decidiu fazer um afago póstumo ao colega de profissão e enviou na quinta, 24, à Câmara Municipal de São Paulo, projeto que muda o nome do Parque Ibirapuera, esse que acabamos de descrever, para Parque Ibirapuera Michael Jackson. Vereador pelo Partido da República, o cantor despacha o atestado do óbvio: "É um ícone da música mundial e merece a homenagem".
O texto ainda precisa de aval da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para ser votado em plenário. Se tudo correr como planeja Timóteo, faltará ao projeto de lei chancela do prefeito da cidade, Gilberto Kassab.
Moonwalking até o parque no 3, 2, 1... já!
]]>annaDois incomodam, incomodam muito maishttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/09/41/2009-09-24T16:15:56-03:002009-09-25T20:16:11-03:00
O dos republicanos, além de uma greve nas fábricas de gel para topete, materializa-se na seguinte foto que apareceu hoje no Twitter: Courtney Love e Hugo Chávez, dançando xote coladinho (tá, quase isso), como se dissessem um ao outro: "Você não vale nada mas eu gosto de você".
Os conservadores norte-americanos, como se sabe, são essa coisa engraçada: fogem de "comportamentos erráticos" (marxismo, porralouquismo, Michael Moore) como Lady Gaga da seção de camisetas básicas de uma magazine. Nada mais assustador, portanto, do que juntar num mesmo quadro a viúva sem noção de Kurt Cobain e o presidente venezuelano, artilheiro do Karl Marx F.C. na América Latina.
O retrato saiu na revista Life e mostra roqueira e político na pré-estreia de South of the Border, em Nova York, na quarta, 23. O documentário é puro cafuné no já parrudo ego de Chávez - se o domingão na TV brasileira já é triste, imagine 10 anos consecutivos de Alô, Presidente, programa apresentado pelo mandatário na TV venezuelana e que chega fácil a sete horas de transmissão.
Clique aqui para ver a foto.
]]>annaCurtindo a vida adoidadahttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/09/40/2009-09-13T18:05:00-03:002009-09-13T18:09:55-03:00Clube dos Cinco estreou nos cinemas.
O fato é que, antes de encarar as sessões de botox, a viúva de Kurt Cobain achava a maior graça naquelas pérolas da Sessão da Tarde dirigidas pelo maior filósofo da puberdade que se tem notícia: John Hughes.
Morto no começo de agosto, o diretor de Curtindo a Vida Adoidado e Gatinhas e Gatões ganhou tributo da criança velha. Em 2008, ao L.A. Times, Love já havia dito que Clube dos Cinco era "o momento definitivo da geração alternativa".
No Twitter, a artista postou vídeo com versão devidamente lovenizada de "Don't You Forget About Me", música do Simple Minds na trilha do filme que tem tanto de alternativo quanto os anos 80 têm de moderação e bom gosto. Confira abaixo:
De volta aos tribunais
Love, que já teve sua cota de problemas com a Justiça - processos envolvendo drogas e finanças, por exemplo -, pode voltar em breve aos tribunais: a viúva de Kurt Cobain se diz furiosa com o avatar jogável do ex-marido em Guitar Hero 5, e pretende processar a Activision, responsável pelo game. Enquanto isso, a empresa diz que tem a assinatura da cantora, aprovando a versão virtual do ex-líder do Nirvana.
]]>annaKurt Cobain e o vexame em Guitar Hero 5 http://www.rollingstone.com.br/blog/2009/09/39/2009-09-02T13:38:28-03:002009-09-02T15:16:27-03:00Guitar Hero 5. Você sabe o que isso significa?
É dia de ver o Kurt Cobain passando ridículo. O vídeo abaixo, criado por um gamer rapidinho (visto que o jogo chegou às lojas ontem de manhã), fala por si.
Sim, no game, é possível ser o Kurt e cantar Bon Jovi. Megadeth. Blink-182. E tantas outras bandas que provavelmente não estavam na lista de preferidas do maior ícone falecido da minha geração.
Pensando bem, ter o símbolo roqueiro do anti-corporativismo como um personagem jogável do mais novo lançamento do gênero mais vendido da indústria do entretenimento não é algo tão legal assim. Mas nem dá para culpar a Activision por ter tido a ideia genial. São os detentores do legado de Kurt - Courtney Love liderando tudo - que poderiam ter se preocupado um pouco mais com o que isso representaria (tal qual fizeram os "shareholders" dos Beatles, para citar um acontecimento mais recente). Kurt costumava dizer que pouco se importava com o culto à imagem e muito menos em ser um exemplo para a juventude. Mas talvez ele já prevesse o que viria a acontecer. Esse negócio de rebeldia adolescente, conforme Kurt bem esbravejou em "Serve the Servants", já deu o que tinha que dar há tempos.
"Teenage angst has paid off well/ Now Im bored and old."
No fim das contas, não é o Kurt icônico das camisetas do Nirvana, o Kurt deprimido das capas de revista ou o Kurt performático dos videoclipes que ficarão para a posteridade. É a imagem deste Kurt Cobain bizarramente atípico, estranhamente versátil e porcamente desenhado de Guitar Hero 5 que terá validade e crédito para as gerações vindouras. E o tempo irá confirmar esse fato.
Kurt, seja lá onde estiver agora, talvez merecesse um destino um pouco melhor.
]]>pabloThis is Dr. Troop to ground controlhttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/08/38/2009-08-30T14:20:00-03:002009-08-30T15:54:03-03:00
Fã do músico inglês, Troop pôs seu liquidificador acadêmico para funcionar e criou o que chamou de "canção ideal" - aquela fórmula infalível para Bowie se instalar sem dificuldades no andar de cima das paradas de sucesso.
O método foi batizado "Averiguação Linguística e Contagem de Palavras". A manha consistiu em analisar 266 faixas de 26 álbuns do artista, tudo para encontrar os ingredientes mais "no ponto" em mais de 40 anos de carreira.
"Procurei a ligação entre linguagens usadas e quanto tempo os álbuns de Bowie duravam nas paradas", disse o cientista tiete. "Emoções positivas e processos sociais deram mais certo do que canções que falavam de mortalidade."
Troop não ficou só na teoria: com base em seus estudos, compôs "Team, Meet Girls; Girls, Meet Team" ("time, conheça as garotas; garotas, conheçam o time"), uma faixa que subiria como foguete nas paradas, caso Bowie desse uma chance a ela. Ao menos é o que defende o adepto da teoria psicológica.
Confira o "hit instantâneo" abaixo:
]]>annaA arte de enxugar gelohttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/08/37/2009-08-29T12:41:00-03:002009-08-29T12:41:31-03:00
Países como França e Reino Unido já andavam saidinhos nas leis antipirataria. Pelo visto, o país de Barack Obama também quer pôr os fissurados em download na prancheta e transformá-los em comida de tubarão. A ameaça anunciada na última quinta, 27, foi ecoada pela CNN: Janet Napolitano, secretária do Departamento de Segurança Nacional do país, mandou avisar que, a partir de agora, as alfândegas terão "novas direções" para vasculhar bagagens, à caça de mídia eletrônica ilegal.
"Manter os americanos a salvo num mundo cada vez mais digital depende da nossa habilidade em, legalmente, enquadrar materiais que entram nos Estados Unidos", explicou dona Napolitano. As tais "novas direções" teriam a ver com achar o ponto certo entre "respeitar (...) a privacidade de todos os viajantes" e, ao mesmo tempo, "garantir que o departamento possa tomar ações necessárias para proteger nossas fronteiras".
Sentiu-se com um chapelão mexicano sob o porrete do Tio Sam? A história vai mais ou menos por aí: se o estrangeiro chegar ao país com iPod, pode dançar - ao som de algo bem mais soturno do que as músicas baixadas no aparelhinho mágico da Apple.
O governo de Barack Obama promete: a intenção inicial não é tratar como ogiva nuclear um capítulo de Lost baixado antes da hora. A artilharia pesada vai contra tópicos mais pesados, como pornografia infantil e planos terroristas (se você avistar alguém com jeito de figurante de Aladdin escutando iPod, corra na direção oposta). Só que Napolitano não deixa de fora um dos vilões de seu departamento (de Segurança Nacional, não se esqueçam), abordados pela nova política: "Infração de direitos autorais".
]]>annaStones proibidõeshttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/08/34/2009-08-24T12:33:00-03:002009-08-24T12:46:36-03:00Cocksucker Blues, sobre os Rolling Stones, caíram na rede. Inédito para muitos espectadores, o filme foi gravado em 1972 durante a turnê norte-americana do álbum Exile on Main Street, sob direção do fotógrafo Robert Frank. A informação é do blog Flavorwire.com.
O uso de drogas, as orgias com groupies e outras aventuras da banda acabaram reveladas pelas lentes de Frank. Um prato cheio para a censura, Cocksucker Blues acabou barrado pelos próprios músicos. Keith Richards chegou a afirmar que "se alguém dos Estados Unidos o tivesse visto, nunca mais nos deixariam entrar no país."
Apesar de muitos sites estrangeiros terem anunciado como recém-vazados, os vídeos com as imagens do longa foram colocados na rede há 11 meses pelo "YouTube" francês, o Wat. Diversos trechos, divididos em nove partes, revelam em boa parte o motivo do filme ter sido banido na época.
Até hoje, 36 anos depois da gravação, o documentário ainda permanece sob uma ordem judicial que o proíbe de ser exibido sem a presença física do diretor, agora com 84 anos. Diante de tanta proteção, como a obra foi parar na internet é um mistério, mas dizem que Marilyn Manson é dono de uma das cópias que circulam por aí.
Para assistir aos outros vídeos, clique aqui.
]]>adrianaDebate: a cena do rock independente em SPhttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/08/36/2009-08-21T19:48:12-03:002009-08-21T19:48:12-03:00 Neste sábado, 22, os fãs de hardcore poderão debater o underground paulistano com quem atua na cena. Rodrigo Lima (Dead Fish) e Fausto Oi (Dance of Days) estarão no evento, que também contará com uma exposição de fotos de Maurício Santana e shows das bandas Zebra-Zebra e H.E.R.O.
A ideia foi encabeçada pelo jornalista Gustavo Pelogia, que deu a dica em seu blog no site da MTV. Ele lançou, em março deste ano, o livro Diário de Palco. A obra - independente, como não podia deixar de ser -, nascida como trabalho de conclusão de curso da faculdade, versa sobre o movimento que revelou bandas como NXZero e Glória.
Apesar de a rua Augusta ser um dos principais palcos dessa geração, o evento será realizado às 14h no Espaço Jovem, em cima da estação de trem de São Caetano do Sul, no ABC Paulista. Quem estiver por lá, vai ouvir sobre o tão discutido emocore, o hardcore atual e o punk dos anos 80. E o melhor - é de graça.
Debate sobre a cena hardcore e emo
Sábado, 22 de agosto, às 13h
Estação Jovem - Rua Serafim Constantino, s/nº
Gratuito
]]>allanMama Áfricahttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/08/33/2009-08-19T19:52:34-03:002009-08-21T17:34:09-03:00 Eles já encarnaram rockstars, visitaram o Brasil, viram o Apocalipse de perto e até tiveram de salvar o mundo - ou melhor, Springfield. E dessa vez, os Simpsons ganharam uma versão angolana.
A transformação dos personagens de Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie se deu porque a Fox, que veicula o seriado de Matt Groening, começará a transmitir o programa em Angola, na África. Uma agência de publicidade da região criou a versão afro-descendente da família como forma de anunciar o novo serviço de TV via satélite de um canal local.
Em 20 anos de existência, a série conquistou públicos de diversas gerações e culturas, sempre carregando críticas - principalmente - às questões do "estilo de vida norte-americano". Confira aqui outras versões temáticas criadas para Os Simpsons.
]]>adrianaDebbie Harry da comédiahttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/08/32/2009-08-09T18:30:00-03:002009-08-09T18:49:51-03:00
A produção amadora, batizada de That Smell, mostra Harry como uma amiga de um grupo de mulheres (na verdade, homens com trajes femininos) e é o mais recente de uma porção de vídeos virais do comediante. Outros títulos da série são The Christmas Tree e Mother's Day, disponíveis no canal de Roberts no YouTube.
Conhecida por liderar o grupo famoso nos anos 70, Debbie Harry, atualmente com 64 anos, carrega no currículo a atuação em cerca de 30 filmes. O último, Fatal, chegou ao Brasil em outubro de 2008, e contou com atores como Penélope Cruz, Dennis Hopper, Ben Kingsley e Patricia Clarkson.
]]>adrianaO rei do pedaçohttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/08/31/2009-08-03T15:26:20-03:002009-08-03T16:15:09-03:00
Michael Jackson tinha 10 anos e já deixava 80% do Jackson 5 no chinelo quando, em 1968, Erich Von Däniken lançou o best-seller Seriam os Deuses Astronautas?.
Se a rapaziada celestial veio ou não do espaço, como pregava o autor suíço, a gente não faz ideia. Mas, pelo visto, Michael é mesmo coisa do outro mundo. Pergunte isso a qualquer membro da tribo Anyi, na Costa do Marfim, e ele vai mandar na lata: "áu!".
Em 1992, o cantor deu uma passadinha pelo país africano, para onde levou a turnê do álbum Dangerous. Acontece que, por lá, o status de "rei do pop" virou papo sério. Tão sério que ele foi coroado "príncipe Michael Jackson Amalaman Anoh" pelos chefes tribais dos Sanwi, da vila de Krindjabo, segundo o jornal britânico The Telegraph.
Na época, os Sanwi alegam ter consultado os astros e feito testes de DNA até chegar à conclusão que estavam diante de um legítimo descendente de sua linhagem real. "Foi o próprio Michael Jackson que testou seu DNA e disse que seria bom encontrar sua família. O rei também reconheceu alguns sinais de que ele fazia parte da dinastia. E o assento real no qual o [atual] rei está sentado - Michael Jackson sentou nele, também", alegou Emmanuel Kassy Kofi, um representante da tribo, à rede britânica BBC.
Quando o cantor morreu, em 25 de junho, lideranças tribais enviaram pedido à embaixada norte-americana: a família de Jackson deveria enviar o corpo do filho pródigo à Costa do Marfim. Queriam, afinal, dar ao príncipe um enterro digno, que fizesse jus às tradições locais do reino de Sanwi. A embaixada negou.
Mas o show - e o funeral também - tem que continuar. Por dois dias inteiros, dançarinos tribais e sósias do cantor se apresentaram para público de 2 mil fiéis, entre eles o rei Amon N'Douff 5º. A cerimônia ocorreu no fim de semana, num campo de futebol local, onde ambulantes vendiam camisetas com a imagem de Michael. O slogan impresso não era muito diferente daqueles lidos em souvenires do Staples Center: "Krindjabo chora por você, os Sanwi nunca o esquecerão".
Com a morte de seu príncipe, o rei N'Douff 5º ficou de eleger sucessor ao posto. Mas o jeito foi adiar a decisão: ninguém conseguiu apontar candidato digno de calçar os sapatos do herdeiro real e mandar um moonwalking rumo à corte real da tribo.
]]>annaNa toca do coelhohttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/07/30/2009-07-24T14:53:24-03:002009-08-09T18:32:00-03:00Comic-Con, na Califórnia, tiveram acesso direto ao mundo de fantasias da versão cinematográfica de Alice no País das Maravilhas. A convite da Disney, os selecionados foram levados a um museu inédito com figurinos e peças dos cenários usados no filme.
Quint, colaborador do site Ain't It Cool, foi o grande revelador da viagem "à toca do coelho". Além de explicar como funcionou a visita ao local, o blogueiro publicou 20 fotos dos itens expostos, entre elas a miniatura do corredor que leva a protagonista para o "país das maravilhas".
O internauta contou que, quando foi contatado pela Disney, não foi informado sobre onde seria levado. "Me perguntaram se eu gostaria de fazer parte de alguma coisa relacionada a Alice no País das Maravilhas. 'Claro! O que é?'. Eles não me falaram", disse Quin. "Então, todos apareceram [em um local combinado] sem saber coisa alguma e fizemos um tour muito legal em um espaço reservado especificamente para abrigar um museu de adereços do filme."
Apesar de misterioso - nenhum dos participantes pode revelar o local -, o passeio do blogueiro revelou o nome da personagem de Anne Hathaway, genericamente batizado de Rainha Branca. A atriz se chamará Mirana no longa.
De acordo com Quint, o museu poderá ser visitado pelo público, mas só para aqueles que descobrirem, de alguma forma, seu paradeiro. A dica dada pelo blogueiro é que os interessados comecem a "caça ao tesouro" na própria Comic-Con.
Para conferir outras imagens do museu, clique aqui.
]]>adrianaSmells like teen 80'spirithttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/07/29/2009-07-20T17:34:40-03:002009-07-21T01:27:31-03:00
No domingo, 19, o Twitter bombou com mensagens de "Kurt Cobain is rickrolling in his grave" (Kurt Cobain está rickrolando no túmulo). Isso porque o espertinho DJ Morgoth jogou na web um vídeo com mash-up entre "Smells Like Teen Spirit", do Nirvana, e "Never Gonna Give You Up", hit de 1987 do inglês Rick Astley.
Para quem veio de Marte e não faz ideia do que estamos falando, é o seguinte: uma das maiores pegadinhas do mundo virtual consiste em anunciar algo, de preferência com tom bem sério ("Sarney renuncia à presidência do Senado"), a um camarada. E aí, na hora de linkar, você repassa o clipe de Astley - mais anos 80 do que isso, só a cabeleira do Bon Jovi e o guarda-roupa de Cindy Lauper. Parabéns - você foi "rick 'n' rolled".
Que os fãs da banda de Seattle não apareçam na redação da Rolling Stone Brasil com tochas e armas, mas o pior é que as duas músicas parecem ir tão bem como feijão-com-arroz. É claro que muito disso vem da manha com remixes do DJ alemão, que já juntou grandes grupos, como Blur e Depeche Mode, aos bem menos badalados Deichkind e Egotronic (ambas da terrinha de Morgoth).
]]>annaHomenagem na webhttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/07/28/2009-07-07T15:12:51-03:002009-07-07T15:12:51-03:00France Presse, espera-se que a transmissão em streaming bata recordes, e ultrapasse os números da posse de Barack Obama.
Abaixo, você confere a transmissão via rede CBS:
Free TV : Ustream
]]>brunaLonga vida ao reihttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/07/27/2009-07-07T13:44:52-03:002009-07-07T13:57:21-03:00
Daqui a algumas semanas, mais precisamente em 20 de julho, lá se vão 40 anos desde que a humanidade deu sua primeira voltinha na lua. Mas, pelo menos hoje, é melhor deixar esta lengalenga pra lá. Para os fãs de Michael Jackson, a "big opening" no cafofo de São Jorge só rolou mesmo 14 anos depois, no 25° aniversário da gravadora Motown. Foi naquela festa que Michael mostrou - e 50 milhões de norte-americanos acompanharam pela TV - pela primeira vez o moonwalk, seu famoso "andar pela lua".
E que o passo seja eterno enquanto dure - desde que dure para sempre. Tarefa fichinha para vários súditos do Rei do Pop, que continuam alimentando o site The Eternal Moonwalk. A manha é, basicamente, a seguinte: você grava sua interpretação do rodopio lunar e envia ao site. Aí, todos os vídeos são alinhados lado a lado, como se formassem uma gigantesca e multifacetada fila de moonwalking. Tem vídeo de famílias inteiras, "trenzinhos de moonwalk", robôs, animais de estimação e até o Gingerbread Man, aquele boneco de biscoito que os gringos devoram no Natal. Longa vida ao rei?
]]>annaThis was a thrillerhttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/06/25/2009-06-26T11:01:38-03:002009-06-26T13:28:22-03:00
O jornal britânico The Guardian postou, em seu site, várias primeiras capas com a morte de Michael Jackson. De Londres a Bogotá.
A primeira selecionada foi a do carioca Extra, que escolhemos para ilustrar este post. Sob um fundo preto, vem a clássica luva branca embaixo; o nome e data de morte do cantor mais acima. E só.
Clique aqui para conferir como os jornais do mundo decidiram noticiar a morte do músico das 750 milhões de cópias vendidas.
]]>annaAs deusas gregas e as "pernas moles" da SPFWhttp://www.rollingstone.com.br/blog/2009/06/24/2009-06-19T15:13:18-03:002009-06-19T23:00:07-03:00
Quem não entende nada do mundo da moda pode sair de um desfile da São Paulo Fashion Week com aquela clássica: "Modelo é tudo igual!". Pois talvez o desfile da Cia. Marítima - que encerrou a maratona desta quinta, 18 - possa ajudar a esclarecer algumas regras do jogo.
Feita para a mulher que curte tomar uma brisa em seu iate enquanto zanza pelas ilhas gregas (crise, obviamente, é um conceito tão ultrapassado quanto penteados dos anos 80), a coleção de moda praia evidencia, pela pouca roupa, o padrão de todas as passarelas: as modelos, altas como arranha-céus, têm pernas tão finas que fazem de qualquer magricela no "mundo normal" uma irmã perdida de Beyoncé.
Nesses termos, temos Isabeli Fontana, Raica Oliveira, Izabel Goulart e Ana Claudia Michels, estrelas do cast da Cia. Marítima. O quarteto causa furor em fotógrafos e repórteres, mas nunca no nível "Gisele". O assédio da imprensa funciona como uma espécie de "giselômetro". Se conseguir falar com a top, capa da primeira edição da Rolling Stone Brasil, é tão fácil como ver o Guns N' Roses entregar Chinese Democracy no prazo combinado, Isabeli, Raica, Ana e Izabel eram bem mais acessíveis - mas foram, de longe, os maiores imãs de fotógrafos e cinegrafistas no backstage da grife.
Outras no casting: Vivi Orth, Gracie Carvalho, Juliana Imai. Já ouviu falar? Todos do mundinho sabem quem são - o que faz delas a típica bandinha indie que bomba no MySpace, mas ainda não deu um salto à la Mallu para o mainstream.
Aos poucos, as modelos começaram a sair do camarim onde trocavam de roupa, já só de biquíni ou maiô. E como aquele frio de lascar não ajudava, houve quem invocasse uma clássica de Tim Maia para reparar, bom, que talvez o tecido das peças fosse fininho demais para a temperatura. "Acenda o Farol..."
Já na sala do desfile, é fácil perceber que desfiles de moda praia atraem, além do público de praxe, um tipo em particular de convidado. É o sujeito que pode estar acompanhando namorada ou amiga - e parece mais interessado no recheio do que na roupa apresentada. Talvez por isso, teve sala abarrotada para ver as "garotas de Ipanema versão Daslu", com salto alto e joia gigantesca no pescoço para ir à praia. Coisas da moda.
E como nada mais refrescante do que a visão da juventude, deixamos a crítica do desfile a cargo de Mavi, Luiza, Marina e Raffaella - o quarteto de amigas que deu um jeitinho para acompanhar tudo desde o backstage. Todas na sexta série do ensino fundamental e com dois, três anos a menos do que muitas modelos do casting, elas eram uma espécie de Sex and the City mirim. Sem direito a Cosmopolitan, claro.
"As modelos estavam lindas, porém, algumas estavam com a perna mole; não sabemos se eram muito magras ou algo do tipo. A música e todo o entretenimento estavam modernos, o que combinava com o tema da Grécia."