Lemmy Kilmister
Por Ricardo Franca Cruz
O líder do Motörhead desdenha a internet e conta os segredos de seu drinque favorito
Foto: ROBERT JOHN

Avesso à tecnologia, Lemmy quer acertar as contas com os fãs ingratos: "Se você baixou músicas minhas sem pagar, então me deve dinheiro"
Você está no rock há muito tempo - só com o Motörhead, desde 1975. Não se cansa da vida que escolheu?
Às vezes você se cansa de qualquer tipo de vida que tenha escolhido. Mas acho que tenho uma vida muito boa comparada com a de um cidadão tradicional. Não esperava ser outra coisa ou fazer outra coisa. A maioria passa a juventude e até a velhice odiando o que faz. Eu não tenho esse problema, tenho muita sorte.
Ao contrário de muitas bandas antigas que ainda estão por aí, o Motörhead continua tocando como tocava há décadas. Qual a fórmula?
Somos muito profissionais. Podemos ser hoje três loucos, estar completamente bêbados, mas, quando se trata de gravar discos e fazer shows, nós estamos lá, inteiros. E tem outra coisa: você tem que acreditar no que faz.
Você ainda acredita no rock?
Claro! Que tipo de pergunta é essa, cara? Não há política no rock' n' roll, não há políticos.
Você lê esta matéria na íntegra na edição 31, abril/2009
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