A Copacabana que Fica no Paraná
Por Tiago Agostini
Saído da “fermentada” cena de Curitiba, o Copacabana Club só quer se divertir
Foto: DIVULGAÇÃO

NA PISTA - No começo, o Copacabana Club tinha o foco nas pistas
De tudo, talvez o que tenha sido mais inesperado para a banda (completada pela vocalista Caca V e pelos guitarristas Alec e Rafael Martins) foi a vinheta no FX e sua repercussão. A banda mandou o vídeo da música "Just Do It" para um amigo que trabalha na sede do canal, em Buenos Aires, sem muita expectativa. "Eu não fazia ideia de que a vinheta seria tão veiculada e que daria esse retorno. De repente começaram a aparecer vários comentários em espanhol, de todos os países da América Latina, no nosso MySpace e no clipe no YouTube", conta Claudinha.
Mesmo com essa fagulha de sucesso, uma carreira internacional ainda não é prioridade nos planos da banda. Antes, eles querem conquistar o Brasil. "Nossos limites geográficos até agora foram Porto Alegre e Rio de Janeiro. Recebemos muitas mensagens de pessoas que gostam da banda em Belo Horizonte, Salvador, Recife. Queremos tocar lá", explica a baterista. Com apenas um EP de quatro músicas lançado, eles não descartam a importância de gravar um disco completo, mas preferem amadurecer as músicas e a si mesmos como músicos. "Temos 15 canções no repertório, mas ainda estamos compondo. Gravaremos quando sentirmos que estamos prontos", diz Alec.
A projeção do Copacabana Club é uma das provas do bom momento que Curitiba vive quando se fala de música independente. "Só no ano passado contabilizamos mais de duas dezenas de discos lançados", conta Ivan Santos, um dos organizadores do festival Rock de Inverno, um dos principais da capital paranaense.
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