Zé Rodrix, morto nesta sexta, 22, tinha escrito falso obituário
Da redação
"Ao enterro, através de convite formal, comparecer todos que foram aos meus lançamentos de livro: nada mais parecido com um velorio do que isso", brincou o músico
E o músico não queria saber de cemitério. "Pode sepultar-me em pleno mar, sob a forma de cinzas, ja que não poderei ser sepultado in totum no jardim da minha casa. Se conseguirem isso, no entanto, que não cobrem entradas para visitação, à moda do irmão da princesa: deixem que, além das pessoas, os passarinhos e os animais da casa se refestelem no lugar, renovando diariamente o eterno ciclo da Natureza."
Na falsa carta-despedida, brincou, ainda, que "ao enterro devem, através de convite formal, comparecer todos que foram aos meus lançamentos de livro: nada mais parecido com um velorio do que isso".
Por questão de horas, seu "plano" deu errado. Segundo Zé Rodrix, o dia era morrer num sábado à tarde. "Ser enterrado num domingo, antes do almoço, e estar completamente esquecido na manhã de Segunda, sem atrapalhar a vida profissional de ninguem: eis a perfeição que desejo na minha morte."
Leia o resto no blog do jornalista Luis Nassif.
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